A Árvore da Vida

 

Falaram tão bem e tão mal desse filme que até fiquei com receio de vê-lo. Quem odiou disse que parecia um documentário do Discovery Channel. Quem falou bem, tentou explicar por que gostou, mas explicou de uma maneira tão acadêmica que fez parecer que era necessário fumar quilos de maconha ou consumir muitos cogumelos alucinógenos para entender a viagem do cineasta Terrence Malick. A história do pai autoritário que marca a vida dos filhos (e deixa cicatrizes profundas) nem é tão importante (tanto não importa que o Sean Penn está ali com cara de bobo, completamente sem função, menos até que o tal dinossauro, mas não chega a estragar o filme), a beleza de “A árvore da vida” está na sensível sequência de imagens, silêncios e sons, que enquadram perfeitamente o sofrimento/amor daquela família. É como se fosse possível sentir a textura daquelas cortinas esvoaçantes que avisam que as janelas estão abertas. E é da janela que nós, muitas vezes, apenas observamos o mundo acontecer. Diria que é um filme para se sentir e não racionalizar, mas acho que isso soaria meio bizarro (ou gay). Obs: tomei três cervejas enquanto assistia ao filme, talvez isso tenha ajudado a construir uma visão subjetiva (em que o enredo até faz sentido, com dinossauro e tudo) da obra. Nota: @@@@



Escrito por Eder - eder_ceima@yahoo.com.br às 17h03
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