Mudanças no Devaneios do Cotidiano

Pessoal, achei que isso aqui tem andando meio confuso, então finalmente resolvi organizar o boteco. Informo que a partir de agora passarei a escrever sobre cinema exclusivamente no blog:

http://cinemaporescrito.blogspot.com

O Devaneios do Cotidiano segue firme e forte, mas apenas com contos, crônicas e resenhas de livros.

Espero que vocês acompanhem os dois blogs ok?

Até breve



Escrito por Eder - eder_ceima@yahoo.com.br às 10h57
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Inquietos

Gus Van Sant é um cineasta que sabe filmar a juventude com sutileza, pois escapa da violência ou do sexo gratuito, comum nas produções do gênero, e também emprega um ritmo narrativo mais lento, já que não quer filmar um clipe jovem para a MTV. Se em “Elephant” a câmera do cineasta acompanhava, a certa distância, os passos de garotos rumo ao inferno, em “Inquietos” ele se aproxima um pouco mais e tenta entender por que o amadurecimento é tão difícil. No filme, essa passagem para a vida adulta se dá através do processo de luto. Temos aqui um garoto que tenta superar a morte dos pais frequentando velórios de desconhecidos e que acaba conhecendo uma linda garota por lá. Ao tornar seu filme mais verbal (talvez até mais acessível para quem não conheça os trabalhos do diretor) Van Sant torna-se um pouco didático, pois, por exemplo, se a metáfora do pássaro que acha que morre todos os dias é bonita (embora um pouco óbvia), mais bela ainda é a cena em que os dois jovens correm pelo corredor do hospital. E é bonita porque há silêncio, porque as imagens compõe o belo sentimento sem precisar de palavras. Com erros e acertos, ainda assim “Inquietos” é um grande filme. 4/5



Escrito por Eder - eder_ceima@yahoo.com.br às 09h14
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Hanna

Surpreendente esse “Hanna”. Uma espécie de  “Identidade Borne” só que protagonizado por uma garota que segue o  estilo violento/fofinho da Hit-Girl (Kick Ass).  O clichê espiã-que-não-sabe-nada-sobre-seu-passado é compensado pela ótima trilha sonora do The Chemical Brothers e principalmente pela boa direção de Joe Wright (Desejo e Reparção). Eric Bana Cate Blachett cumprem muito bem as suas funções de coadjuvantes de luxo, mas o filme é mesmo da pequena Saoirse Ronan (do pavoroso “Um Olhar do Paraíso”), a sua insensibilidade – fruto de muito treinamento – rende as melhores cenas do longa. Como todo bom filme de espionagem, o roteiro é confuso e cheio de reviravoltas. Mérito também para o final que, apesar de fazer lembrar uma cena famosa de “Cidade de Deus”, tem jeitão de anticlímax. 4/5



Escrito por Eder - eder_ceima@yahoo.com.br às 18h24
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